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BOLETIM SEMANAL Nº 75 - BRASÍLIA-DF,
17 DE JUNHO DE 2007
PASTORAL
O CORAJOSO
COMPANHEIRISMO DE DEUS
“Tomando consigo os
doze...” – Lucas 18:31
Que coragem a de Deus
– confiar em nós!
Você pode dizer: “Deus
não agiu com sabedoria ao escolher-me, porque não há
nada em mim! Não tenho nenhum valor.” Mas foi por
isto que Ele escolheu você. Enquanto você achar que tem
algum valor, Deus não poderá escolhê-lo porque você tem
seus próprios objetivos a realizar. Mas, se você
permitir que Ele acabe com a sua auto-suficiência, então
Ele poderá escolhê-lo para acompanhá-lo
a Jerusalém, e isto significa a realização de propósitos
que Ele não discute com você.
Nós
acreditamos que, se um homem tem aptidões naturais, ele
será um bom cristão. Mas isto não é uma questão da nossa
capacidade e sim da nossa “pobreza”; não o que trazemos
conosco, mas o que Deus coloca em nós. Não é uma questão
de virtudes naturais, de força de caráter, sabedoria e
experiência – nada disto importa. A única coisa que
importa neste caso é que somos
tomados, levados
pelo grande
chamado de Deus e que Ele nos faz Seus companheiros (1ª
Co 1:26-30).
Os companheiros de
Deus são aqueles que reconhecem sua a própria pobreza.
Deus não pode fazer nada com o homem que se julga útil a
Ele. Como cristãos, não saímos em defesa de nossa
própria causa, mas em defesa da causa de Deus, a qual
nada tem a ver com nossos interesses pessoais. Mesmo sem
conhecer o propósito de Deus, temos que manter nosso
relacionamento com Ele, aconteça o que acontecer. Nós
nunca devemos permitir que coisa alguma estrague o nosso
relacionamento com Deus; se ele for estragado, temos que
parar e corrigi-lo. A coisa mais importante no
cristianismo não é o trabalho que nós fazemos. A coisa
mais importante é o nosso relacionamento com Deus e o
ambiente produzido por este relacionamento. É tudo o que
Deus nos pede para cuidar e é justamente a única coisa
que é constantemente abalada.
Oswald
Chambers
(extraído do livro: “Tudo para Ele”) |